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Métodos construtivos industrializados se consolidam como soluções sustentáveis

Perante os desafios de tornar a construção civil um setor mais sustentável, muitos investimentos têm sido feitos para o desenvolvimento de métodos construtivos de baixo impacto ambiental.

Uma das soluções que têm crescido no país é o sistema de construção industrializada, trazida especialmente pela Lightwall Brasil, com uma integração de tecnologia e eficiência operacional.

No Atlantis ONE, projeto da TOM Incorporadora em Igaratá (SP), essa diretriz traz redução de custos e melhor desempenho técnico.

Do ponto de vista técnico, a adoção de sistemas industrializados permite maior previsibilidade de obra, com um maior controle sobre o uso de recursos e uma atenção maior aos pormenores da obra.

Isso traz redução de interferências no canteiro e padronização de qualidade, além de contribuir para práticas mais sustentáveis como conforto térmico e acústico. Não à toa, o método construtivo vem ganhando protagonismo nos empreendimentos de alto padrão.

“Nosso modelo construtivo parte do princípio da industrialização como vetor de eficiência e qualidade. No Atlantis ONE, conseguimos aplicar soluções que reduzem prazos, minimizam desperdícios e garantem alto desempenho técnico, especialmente em conforto térmico e acústico – fatores cada vez mais valorizados em empreendimentos voltados à segunda residência e ao público investidor”, afirma Marcus Fernando Araújo, CEO da Lightwall Brasil.

A atuação da Lightwall está diretamente conectada à proposta de tornar a sustentabilidade um valor agregado ao Atlantis ONE, especialmente nas áreas comuns.

A empresa traz ao projeto sua expertise em construção a seco e sistemas industrializados, com foco em produtividade e precisão executiva.

“A escolha da Lightwall está alinhada à nossa estratégia de desenvolver um empreendimento que vá além do loteamento tradicional. Estamos estruturando um ativo que combina localização, conceito e soluções construtivas capazes de elevar o padrão de entrega e gerar valor real ao projeto”, afirma Raphael Mazzeo, sócio da TOM Incorporadora.

O projeto reflete um movimento mais amplo do mercado imobiliário, no qual ativos localizados fora dos grandes centros, com forte apelo natural e infraestrutura qualificada, vêm se consolidando como alternativa relevante tanto para uso quanto para investimento.

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