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Feicon Rio debate escassez de mão de obra e profissionalização 

A dificuldade de contratar e manter profissionais qualificados em diferentes pontos da construção civil, do canteiro de obras às áreas técnicas e comerciais, estará entre os temas abordados durante a Feicon Rio, de 6 a 8 de outubro, no Riocentro.

A primeira edição do evento na capital fluminense reunirá indústria, varejo, representantes comerciais, entidades e profissionais para discutir caminhos relacionados à qualificação, produtividade e profissionalização do setor.

Na avaliação da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o problema não se restringe apenas à dificuldade de contratar.

A entidade aponta que há uma queda no interesse dos jovens por profissões do setor da construção, como a Engenharia Civil, ao mesmo tempo em que a crescente modernização tecnológica nos canteiros de obra demanda profissionais cada vez mais qualificados para lidar com novos equipamentos, ferramentas digitais e métodos construtivos inovadores.

Na Feicon Rio, o tema será discutido em diferentes frentes, com conteúdos sobre qualificação profissional e gestão de pessoas, apresentação de tecnologias voltadas ao aumento da produtividade nos canteiros e debates sobre as relações entre indústria, distribuidores, varejo e prestadores de serviços.

“Quando o setor fala em escassez de mão de obra, não está olhando apenas para o número de vagas, mas para a necessidade de conectar quem forma, quem contrata e quem oferece soluções”, afirma Ivan Romão, diretor da Feicon Rio.

“A Feicon Rio quer ser o ambiente onde essa conversa acontece com profundidade, aproximando empresas, instituições e profissionais em torno de caminhos concretos”, considera.

A profissionalização também passa pela área comercial. É nesse contexto que o Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado do Rio de Janeiro (Core-RJ) participa da Feicon Rio com foco na orientação e no esclarecimento de dúvidas.

A atuação busca contribuir para relações mais seguras e transparentes entre empresas e representantes comerciais.

“O Representante Comercial é um agente de desenvolvimento econômico, de geração de negócios e de profissionalização do mercado”, observa Derlin José Guimarães Rodrigues, diretor-presidente do Core-RJ.

“É um profissional que está na ponta, próximo de quem produz e de quem compra, fazendo a economia acontecer”, avalia.

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